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Questões interiores | Inside questions

Sabem aqueles dias assim…desesperantes?
 
Não que aconteça algo de mau ou que haja stress, dias que são perfeitamente normais até…mas que uma parte de ti, lá dentro, se vai questionando “aguento mais aproximadamente 50 anos disto?” e nem sabes responder…
 
50 x 365 = 18250… são muitos dias… são tantos dias…
You know those days that just feel like…despair?
Not that something bad happened or not that there’s some stress; days that are perfectly normal, even…but some part of you, inside, questions itself “can I take it, another 50 years or so of this?” and you don’t even know how to answer that…
50 x 365 = 18250… that is a lot of days… it’s so many days…
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– Reencontro de Colegas –

É hoje que se realiza um jantar que sinto que será muito interessante… 10 anos depois de serem finalistas (eu fui um ano depois), alguns dos colegas de faculdade propuseram um jantar de reencontro. Um pouco no espírito das reuniões de “X” anos depois do Liceu que fazem na América (ou pelo menos nos filmes).

Estou muito curiosa em relação ao que irá acontecer neste jantar, como vão estar as pessoas depois deste tempo…se ainda há uma afinidade natural com as pessoas com quem a tínhamos quando fomos caloirinhos e durante o percurso académico que se seguiu. Se a maioria manteve contacto ou não, depois do fim daquela fase da vida.

Como fiquei retida no 2º ano, ao mesmo tempo que entrei para a Magna Tuna ApocalISCSPiana, perdi um pouco deste criar de laços que unem este grupo de pessoas – ao mesmo tempo que sendo uma pessoa terrível a manter contacto acabei por me afastar aos poucos, especialmente após o regresso ao Algarve. Mas o carinho por estas pessoas, com quem partilhei excelentes momentos, nunca se desvaneceu! (tanto as do curso, nas várias turmas em que estive; como as da Tuna, com quem também fui uma nódoa a manter contacto!)

Recentemente, retomei contacto com uma dessas pessoas: a Rita, do blog From Pemberley to Milton, sobre JAFF e North and South. Foi muito bom, tem sido maravilhoso sentir esta re-conexão com alguém com quem tinha criado tanta empatia há cerca de 14 anos (oh GOD! 14?!). Gostava de conseguir o mesmo com tantas pessoas que foram saindo lentamente da minha vida mas não da lembrança e estou entusiasmada com este jantar especialmente por isso!

Estando noutro ponto do meu ser e estar na vida, creio que me será muito mais fácil, em especial em comparação à miúda de 17 anos que aterrou no Alto da Ajuda sem saber muito bem o que era aquilo tudo e se seria o que queria, socializar hoje, mesmo com o meu jeito introvertido e preocupado com o que irão pensar sobre mim e etc. (introvertido sofre!)

Depois logo vos conto como foi (com fotos e tudo e tudo)!

 

Abreijos!