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10 dias de Mindfulness para um Fim de Ano sereno IX

O dia 9 foi o mais difícil até ao momento. Erro e culpa apenas meus – a inteligência rara que vos escreve decidiu que ia experimentar os 10 minutos de meditação logo ao início da rotina matina, antes até do café! Não correu bem.
Sonolenta e sem foco, mas me apercebi do que se estava a passar, a mente viajou, irritei-me. Que frustração!

Todo o princípio deste exercício pareceu-me ficar derrotado, com esta vaga de ira comigo mesma por este erro e esta falha. Depois, apercebi-me que os 8 dias anteriores deram frutos e foram eficazes: libertei-me das emoções e pensamentos que teimavam em circular incessantemente na minha cabeça mais rapidamente do que o que estou habituada, simplesmente deixando-os ser, reconhecendo-os e deixando-os ir. Foi bom.

Ajudou igualmente a reconhecer a solução para este percalço: em vez de seguir para o dia 10, vou repetir o dia 9. Quero rever a animação, quero ouvir novamente as instruções, quero submergir nos 10 minutos que tanto bem me têm feito. De manhã, não consegui – a tecnologia não quis colaborar comigo. Pensei em fazê-lo na hora de almoço, mas coisas foram adiando tudo. Fica para a viagem de regresso.
Depois conto-vos como foi, este bis do dia 9. E fica o dia 10 para o último dia do ano!

Bisous!

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Evoluções | Evolutions

13 – Setembro – 2009
 
Sou carne, sou fraca, sou humana.
Sou carne, sou forte, sou humana.

28 de abril de 2012

Tenho falhas e defeitos, para além de qualidades. Por todos estes factores quero ser aceite e amada…e não apesar deles.
Não quero que me seja constantemente apontado o dedo aos meus defeitos e erros quando os conheço tão bem. Não se as coisas boas não são reconhecidas. Não sem a honestidade e franqueza, a aceitação e intimidade por que anseio.
Porque teimamos em acentuar os deslizes e falhanços e a abafar as realizações e sucessos dos outros? Porquê? Porquê somos tão rápidos a apontar o dedo e tão reticentes a aplaudir?
Será que me escondo assim tanto? Que a muralha que construí à minha volta é assim tão grande? Será que ninguém me vê realmente? Será que não mereço ser amada, aceite, apoiada?
Estarei destinada à solidão? Já não bastará aquela que sinto constante?
“Cada ser humano é um universo.” Haverá algum universo que queira compartilhar-se com o meu? Será o meu micro-cosmos um que não tem compatibilidade nem lugar para estar com mais nenhum?
Tantas vezes me ponho estas perguntas e tantas mais acabo sem respostas. Aliás, nunca obtive resposta. Serei a única a perguntar-me? Serei a única a não obter respostas? Estarei, também nisso, só?
family
Que bom que hoje já sei onde me encontrar, que já tenho universos onde o meu pode pousar e vice-versa. Meus queridos amigos, nem sonham o quanto têm sido essenciais para manter a minha sanidade (mesmo que às vezes pareça que já a perdi).
Adoro-vos a todos!
S
PS – Hoje, 19 de Abril de 2016, mantenho estas palavras finais. Grata a todos os que me têm acompanhado nesta jornada e neste crescimento, o meu coração é vosso.