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Productive weekend

Been a nice couple of days, this weekend. I got a lot of stuff sorted out, from my papers, finance and clothes; I wrote, I crocheted, I read, I cooked and cleaned; I made sense of all electronics and cables I had lying around.
I had some fun times with my guy, got a phone call from a good friend from my home town, a visit from my bestie that lives across the street (sort of), I watched some good shows.

I am feeling generally well and good about myself, even though I feel lazy and wish the weekend had an extra day – in between Saturday and Sunday, for instance. On the other hand, I feel the urge to get things done; like planning out some blogging, writing some more on my stories – sorting out the structure to my JAFF project and getting it going, letting my curiosity about photography develop, etc. Many things.

Another thing I started doing this week, which I expect to keep up throughout the year and into the future, was practicing writing with my non-dominant hand. I think it will be an interesting exercise for my brain, as well as the meditation I have been trying to make a habit of mine (I have been slacking out a bit, especially on weekends, but I intend to keep on doing my 10 minutes during either my morning or evening commute).

I am also getting back to my physical exercise, rejoining yoga classes next Tuesday after a couple of months that I was unable to attend – in which I actually noticed the difference with the absence of this routine I was developing.

A few more plans for the upcoming year, hopefully to continue beyond that, that I’ll share as it goes along. Let’s hope this momentum I have keeps up!

How about you guys, how has this first week of the year been?

Bisous!

10 dias de Mindfulness para um Fim de Ano sereno IX

O dia 9 foi o mais difícil até ao momento. Erro e culpa apenas meus – a inteligência rara que vos escreve decidiu que ia experimentar os 10 minutos de meditação logo ao início da rotina matina, antes até do café! Não correu bem.
Sonolenta e sem foco, mas me apercebi do que se estava a passar, a mente viajou, irritei-me. Que frustração!

Todo o princípio deste exercício pareceu-me ficar derrotado, com esta vaga de ira comigo mesma por este erro e esta falha. Depois, apercebi-me que os 8 dias anteriores deram frutos e foram eficazes: libertei-me das emoções e pensamentos que teimavam em circular incessantemente na minha cabeça mais rapidamente do que o que estou habituada, simplesmente deixando-os ser, reconhecendo-os e deixando-os ir. Foi bom.

Ajudou igualmente a reconhecer a solução para este percalço: em vez de seguir para o dia 10, vou repetir o dia 9. Quero rever a animação, quero ouvir novamente as instruções, quero submergir nos 10 minutos que tanto bem me têm feito. De manhã, não consegui – a tecnologia não quis colaborar comigo. Pensei em fazê-lo na hora de almoço, mas coisas foram adiando tudo. Fica para a viagem de regresso.
Depois conto-vos como foi, este bis do dia 9. E fica o dia 10 para o último dia do ano!

Bisous!

10 dias de Mindfulness para um Fim de Ano sereno VII

Chegámos ao dia 7: sem olhos inflamados as coisas correm bem melhor!

Apesar do frio (sair da cama foi um sacrifício), o dia está lindo! Realmente é um privilégio viver neste país de sol. O céu está azul, quase sem nuvens, sereno.
É exactamente sobre o céu que fala a animação do dia 7, usando-o como metáfora para a mente. Certamente que a maioria de vós já se cruzou com aquela analogia que diz algo do género “nós somos o céu, permanente. as coisas porque passamos são as nuvens, vão aparecendo e desaparecendo mas nunca são permanentes, apenas o céu é permanente.” É um bocado por aí. Vão até à Google Play Store e procurem a Headspace, podem ver lá esta animação e as outras – e fazer os vossos 10 dias de 10 minutos de Mindfulness, gratuitos.

Hoje, foi dia de meditação em pé (os comboios já traziam muito mais pessoas) e a própria aplicação pôs a minha capacidade de me manter calma (ou me acalmar rapidamente) à prova: decidiu começar a dar erro, a repetir a animação sem seguir para o audio dos 10 minutos, e eu a stressar porque estava a perder o tempo da viagem e em andamento é um bocadinho mais difícil fazer o exercício, especialmente porque se perde a parte de estar de olhos fechados – ainda não estou preparada para esse grau de desafio, talvez no 9º dia.
De qualquer das formas, fechei a aplicação, respirei fundo, voltei a abri-la. Seleccionei o dia 7, começou a animação. Respirei fundo novamente, fechei a animação e força no play. Sucesso! Estava agitada pela irritação da tecnologia não estar a trabalhar a meu favor naquele dia, mas consegui chegar ao ponto zen pretendido. Sorri ao sair do comboio, ainda com o audio a correr os segundos finais da meditação (primeiro treino de meditar em movimento, check!)

Amanhã é o dia 8 dos 10, acho que me vou aventurar um bocadinho a tentar essa coisa de andar mindfully!
O que acham? Partilhem as vossas opiniões!

Abreijinhos!

10 dias de Mindfulness para um Fim de Ano sereno VI

De volta à rotina dos 10 minutos no comboio, hoje foi interessante por uma série de factores:
– menos pessoas no comboio, que significou lugar sentado garantido;
– menos pessoas no comboio, que significou mais silêncio na envolvência;
– alergia com que acordei, que me deixa os olhos hiper-sensíveis à luz e com dor;
– dia solarengo, cujo brilho do sol ao passar a ponte me deixou encandeada mesmo com óculos de sol e agravou o desconforto da alergia.

Foi um desafio acrescido, focar a atenção na meditação e no que era suposto estar a fazer, quando não parava de lacrimejar e sentir picadas nos olhos como se tivesse areia lá dentro. Ainda assim, sinto-me bem sucedida no dia 6 do take 10 da Headspace; consegui focar-me na respiração, não me prender a pensamentos mas deixá-los fluir, não ficar obsessivamente na sensação de desconforto ocular quando chegou a altura de fazer o scan à sensação do corpo. Estar aqueles minutos a não pensar apenas nisso e de olhos fechados (mesmo a levar com sol na cara, que ainda me incomodava os olhos) ajudou a aliviar os sintomas.
Acrescento ainda que me deixou mais bem-disposta e com disposição para trabalhar apesar do frio e desta alergia/conjuntivite e da vontade de ficar no quentinho a devorar o resto dos doces das Festas.

Dia 7, aí vou eu! Amanhã há uma nova animação antes dos 10 minutos, vamos descobrir sobre o que será…

Desse lado, alguém anda a experimentar a meditação, ou já é praticante activo? Algum curioso?
Têm dúvidas, perguntas, curiosidades que queiram partilhar? Serão muito bem vindos, comentem, vamos falar!

10 dias de Minfulness para um Fim de Ano sereno II

Hoje foi o dia 2 dos 10 dias de Minfulness com a app de meditação Headspace, de que falo aqui.

Reforço do que foi feito ontem, aprender as bases. Focar a atenção, percepcionar sensações, aceitar os pensamento em vez de lutar contra eles – deixá-los fluir, simplesmente.

Não foi muito fácil, esta manhã, pois não consegui sentar-me no comboio: isso dificulta a parte do relaxar relativamente ao corpo. Não tivesse decidido aproveitar os  cerca de 12 minutos da viagem para isto, quem me anda assumir que vou sempre ter lugar para me sentar? lol

Mesmo assim, acho que fui bastante bem sucedida. Talvez por me sentir muito sonolenta ainda (o café ainda não estava a fazer efeito), o relaxamento foi suficiente – mas não cheguei ao ponto do sorriso leve. Fiquei-me pela serenidade no meio da correria, o que tendo em conta que me atrasei para o trabalho porque perdi o comboio foi um momento de valor acrescentado.

Vamos ver o que nos espera amanhã, 3º dia, às portinhas do Natal.

Têm dicas sobre meditação e mindfulness? Partilhem, vamos aprender juntos!

10 dias de Mindfulness para um Fim de Ano sereno

Ontem, algures na Internet, surgiu-me uma app para meditação, criada por um monge budista – a Headspace. Foi engraçado porque me estava a sentir sob alguma pressão e presa num ciclo vicioso de pensamentos não muito bons.

Há uns tempos, depois de algumas leituras sobre meditação e mindfulness, decidi fazer um pequeno curso introdutório na Future Learn em que aprendi muitas coisas e reuni recursos para aprofundar o conhecimento. Na altura, a diferença foi substancial – mas como em muitas coisas na minha vida, a prática deixou de ser regular e os benefícios diminuíram. Sinto a diferença mas acabo por procrastinar, como tão me é típico.

Foi por isso que a Headspace me chamou a atenção, com o seu plano de 10 dias gratuitos. Achei que seria um ritual giro para este fim de ano, tendo em conta que faltam 10 dias para terminar, fazer 1 meditação das 10 por dia até dia 31 – comecei hoje de manhã, no comboio, e devo dizer que me senti livre de stress e de irritação que a correria matinal normalmente me causam e  percorri o caminho restante até ao trabalho com um ligeiro sorriso e uma leveza no peito e no passo que ainda agora subsiste residualmente.

A Headspace é uma aplicação que vive de subscrição – e por cada subscrição eles doam uma a alguém que necessite e não tenha possibilidade, o que é muito porreiro. Vamos a ver se depois destes 10 dias, me tornarei subscritora fiel!

E vocês, meditam? Já experimentaram ou têm curiosidade?
Que técnicas usam, que dicas têm para reduzir o stress e viver com mais serenidade?

3 Daily Reminders

So, we all know how it feels to not have motivation, to want to stay in bed and to feel totally unloved, right? Even if just once, every one of us has felt that at some point.

What to do then?

  1. Remember you are enough
    trust-that-you-are-enough
    No matter how much you feel like you’re lacking in skill, ability, intelligence, looks, education- whatever plagues you, basicly, with insecurity and fear. You are enough. There is no wrong way to be a human being, you just are and that’s it.

    There is always room for improvement and growth – but you don’t have to force yourself into it. Wherever you are on your journey now, that is ok. That is enough. YOU are truly enough.

  2. List all the good things you have
    gratitude
    Seems like such a cliché, I know. But it works; honest!
    I have made a list of all the good things I have – thinking on those that are less fortunate in so many ways to help me recognize the plentifulness that is around – and it made me feel so much better about my life and filled me with will to do and be more: more myself, more true, more fulfilled, more hopeful. And to give more: of my love, my time, my attention and my drive – to those who might need it, to the world, to those I love, to myself.

    Every now and then, most frequently than not, I falter. I forget that list. I forget to be thankful for all the things that most of us take for granted and even for those exceptional ones that are truly extraordinary things/people/events to be thankful for. I go back to the list. I re-do it, mentally. I re-write it, I add to it. Like a scrapbook of thankfulness that just keeps adding. And it feels good.
    Give it a try, sometime. I know it’ll make a difference, it did and does to me. And while you’re at it, make a list of your dreams, aspirations and goals (no matter what they are, they are valid and enough – unless you plan the decimation of Mankind, which I highly advice against, :p ) – seeing thoase two lists, together, might just give you the boost you need to achieve some of those thigns you want. Or it might put things into perspective, at least.

  3. Recognize all the good and loving people in your life

    tchrappreciation-wordle
    That feeling of being recognized and appreciated. Don’t we all crave it? I believe it to be inherent to human condition, indeed.
    You want to feel loved, to feel wanted, appreciated. You want to be heard, and seen. We all do.
    Sometimes, that feeling doesn’t come. You inner voices make it feel like we’re unloved, unappreciated, alone. Like a burden to those around us. It is mostly just that: our inner dialogue, pulling us down, feeding off of our emotions, insecurities and needs.
    Recognize yourself. Appreciate yourself (see 1. : you are enough and worthy of love). Love yourself (another cliché, I know. There’s a reason these are clichés and it is not only repetition). Start from there, even if just a little bit, every day. A pat on your own back: you did good at work, you cooked your own dinner, you were able to remain calm during a stressful moment, etc. It really is the little things – this gives you perspective. And compassion. Towards yourselves and to others.
    From there, it is a small step to showing appreciation towards the people in your life. Depending on where your relationship with yourself is, sometimes it is even easier to do this bit than the previous one.
    A “Thank You”, a “I like having you around”, any kind words that truly and honestly express the good feelings you have towards that person. It makes such a huge difference! In them. In making sure they know. In ourselves. I have lost people I didn’t have the chance to fully show how much I loved and appreciated tham and how thankful I was for their being in my life and accepting me even when I was rejecting myself so painfully. I don’t ever want anyone to leave my life (whichever way it might be) without having at known once, even if just a bit, something about my feelings for them and the goodness they brought me.

    Bonus (for reaching this far): A little TED for entertainment and education

    What are your thoughts? Have done any of these things? Will you try them?
    Let me know your experiences and opinios, I am always glad to learn new perspectives!