IberAnime!Lx 2017 – Uma experiência! (agora com vídeos!)

Sábado passado fui ao IberAnime! Lx, edição de 2017, que teve lugar no MEO Arena nos dias 6 e 7 de Maio. Estava a decorrer também o evento 4Gamers, com a presença de alguns developers nacionais e marcas internacionais.
Foi a minha segunda experiência com eventos deste género e a primeira vez que me aventurei a fazer uma espécie de cosplay mal amanhado (sim, vou deixar aqui fotos, fiquem descansados, vão poder rir-se).

Graças ao convite do meu amigo João (podem encontrá-lo aqui, no Facebook e aqui, no YouTube), decidi alinhar na ida a um evento que juntava muitas das coisas de que gosto: anime, manga e comics, cultura japonesa, jogos, tecnologia, fandoms e geekness (a montes!) e, claro, merchandise a dar c’um pau! O convite vinha com uma condição que só me foi dada a conhecer depois de os bilhetes já estarem comprados: o João ia fazer cosplay e era suposto eu fazer também…logo eu, como diz o meme, que depois de anos a sofrer por imposição com máscaras de Carnaval e que mesmo adorando o Halloween é um súplicio fazer algum tipo de máscara para a festa! Mas pronto, com o entusiasmo (e súplicas, ihih) dele, lá me dispus a fazer alguma coisa que não me fizesse sentir completamente ridícula nem me deixasse totalmente falida – tendo em conta que costura e DIY também não são o meu forte (hei-de aprender).

João de Tokyo Ghoul e eu de Pokémon Go trainer, lá fomos rumo ao IA!Lx2017. Por lá, fomos vendo cosplays interessantes, bem conseguidos e inspirados, representando animes actuais e do passado, filmes e séries (inclusive um Doctor, que me fez ficar hiper-fangirling, e uma Ruby Rose, da série RWBY da Rooster Teeth).

Depois de uns bons 10 minutos ao telefone a tentar, lá encontrámos a maltinha do Próximo Nível, o Mr. Remedy e a Hermy do Hermylution! A partir daí foi explorar o espaço a rir ainda mais e foi fascinante seguir e observar os YouTubers a trabalhar para vos trazer vídeos interessantes sobre o evento, .
Passámos pelos stands de merchandise, cheios de coisinhas giras que queríamos levar para casa, andámos a ver tudo e todos, explorámos o 4Gamers, especiamente a zona de RetroGaming que estava bem gira e com algumas relíquias (inclusive uma NGage, essa mítica ‘consola’/telemóvel da Nokia lol).

Posto isto, estava prestes a acontecer a final da competição mundial de Cosplay, o WCS. O João e eu lá fomos ver o que são cosplays a nível competitivo: a sala Tejo estava reservada para este propósito e estava cheia, pelo que todas as imagens foram capturadas de bem longe (daí a qualidade ligeiramente inferior). A vitória foi para o cosplay de The Hound de Guerra dos Tronos, com um fantástico 2º lugar para uma Zelda (Twilight Princess) lindíssima – e Portugal foi representado numa fiel apresentação da Anna do Frozen (os vestidos estavam espectaculares!)

Uma última voltinha pelo recinto ainda deu para descobrir mais umas coisinhas, inclusive um ringue de Wrestling duma Academia em Lisboa, a CTW.

Considerações? Tendo em conta a dimensão do mercado português em geral e a fatia da população que actualmente poderá ser atraída a um evento deste género, a afluência de pessoas pareceu ser elevada. Essa dimensão do mercado envolve igualmente algumas limitações naquilo que poderá ser realizado e em que convidados poderão ter, devido a restrições orçamentais, no entanto a representatividade das diversas áreas foi conseguida.
Não creio que ter o 4Gamers como um evento separado (e pago à parte) no mesmo espaço tenha sido o ideal, especialmente em termos de circulação de pessoas; a colocação dos developers, do retrogaming e do espaço YouTubers não foi ideal, obrigando a travessias imensas de escadarias nas torres técnicas do Arena – que eram obrigatórias igualmente para acesso a todo o espaço das salas Atlântico e Tejo. Vicissitudes do espaço em questão, há sempre espaço para melhorias – pelo menos havia circulação de ar suficiente!
Devo confessar que só descobri a área dos board games por acaso, quando procurava a saída traseira já no fim do dia. Merecia mais atenção, talvez melhor sinalização das diferentes áreas.

Concluindo: foi um dia bem passado com amigos, que me permitiu soltar a geek interior e ter momentos fangirl sem me sentir ridícula (o melhor destes eventos, não há shaming por gostarmos de alguma coisa e o expressarmos!). A organização do espaço tem espaço para melhorias – creio mesmo que o espaço da FIL fosse mais adequado a este tipo de situação, como vi no Lisboa Games Week em 2015; o público terá tendência a crescer, pois muitos dos fãs de Anime e cultura pop/geek estão agora a atingir idades de autonomia de movimentos e a ganhar autonomia financeira, pelo que o evento terá oportunidade de se expandir e ganhar contornos mais internacionais nas participações e painéis (gostava que tivessem havido mais e menos dispersos no espaço). Na generalidade foi bom, gostei do convívio e das pessoas, havia um pouco de tudo para todos (Reiki, cultura japonesa, caligrafia, aulas de japonês, etc). Talvez volte, quem sabe.

Próxima aventura, ComicCon?

Vejam abaixo algumas fotos do dia (vídeos nos canais de YouTube mencionados, com links assim que possível):

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