Of beasts and gore

Been a while, but it’s been some busy days around…

Back to take through another one of my older poems, in Portuguese: this one is a bit darker, but I kind of like it because it is so diferent from what I usually write!

Let me know your thoughts 😀

Já faz algum tempo, mas têm sido uns dias preenchidos ultimamente!

De volta para vos levar a visitar mais um dos meus poemas mais antigos: este um pouco mais obscuro, mas gosto dele, por ser tão diferente daquilo que normalmente escrevo!

Deixem-me as vossas opiniões!

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Bestial

Expandem-se as fauces
Da fera que pretendo ser
Criatura ignóbil e imunda de luz
Rejeição de um ser maior
Filha de algum segredo.
Anulo em mim a divindade
A sufocadora realidade mortal
Com o rasgar desta boca disforme
Num urro de selvajaria libertina.
Aos meus olhos
Uma existência grená
De ira de força de sanguíneo respirar.
Às minhas mãos
Um fenecimento fugaz
Ar que abandona a vistamandala_13
Fogo que acalenta o paladar.
Fera sou
Ferida internamente
Como ao mundo exterior pretendo
Não ser.
Fera sou
Fera humana
Repleta de sociedade
Atitude
Motivação.
Transbordante de aprendizagem
Recompensa
Punição.
Fera sou
Por entre as feras
De todas as eras e ilusões!

30 de Abril de 2008

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